Calem-me essas vozes,
essa bocas sugam-me o sangue,
os seus olhares absorvem toda a minha luz,
é tudo da minha cabeça.
Tenho lutado contra elas,
mas estou demasiado envenenado
e tenho falhado em resistir
a pensar que o mal dessa gente
é o porquê de me estar a sorrir
e tento seguir em frente
mas a raiva tem-me consumido
e a vingança surge para me manter caído.
Tento e sou dono da minha cabeça,
tenho consciência embora nem sempre
estou consciente, ficando ciente
que é falso o que me passa na mente.
Amor, tragam-me amor,
para me acalmar.
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